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Domingo de Ramos

ūüĆŅ Entrada de Nosso Senhor Jesus Cristo em Jerusal√©m



PRÆLEGENDUM

Alegre-se, ó povo de Sião!

Exulte, ó preciosa Jerusalém!

Vejam, seu rei est√° chegando;

ele é justo e vitorioso,

mas também é humilde e vem montado num jumento. (Zc.9,9).



Hino

Eterno Sacerdote, que hoje alçado

Na grande ara da Cruz onde morrestes,

A Deus em sacrifício oferecestes

A Vós mesmo, em amor todo abrasado.


Supremo Rei, n√£o de ouro coroado,

Mas de cruéis espinhos, que escolhestes,

Que por Senhor dos reinos que vencestes

No trono dessa Cruz estais jurado.


Guerreiro Senhor, que assim ferido

Com a lança que ao ombro levantastes,

A morte que morreis tendes vencido.


Entrai, Senhor, nesta alma que buscastes

E nela para sempre recolhido

Os títulos tomai que hoje ganhastes.



ūüďĖ Evangelho de Jesus Cristo, segundo S√£o Jo√£o 12, 1-16


Naqueles seis dias antes da P√°scoa, Jesus foi a Bet√Ęnia, onde tinha morrido L√°zaro, que Jesus ressuscitou. E deram-lhe l√° uma ceia; e Marta servia, e L√°zaro era um dos que estavam √† mesa com ele. Ent√£o tomou Maria uma libra de b√°lsamo feito de nardo puro de grande pre√ßo, e ungiu os p√©s de Jesus, e enxugou-lhe os p√©s com os seus cabelos; e a casa ficou cheia de perfume do b√°lsamo. Ent√£o Judas Iscariotes, um dos seus disc√≠pulos, aquele que o havia de entregar, disse: Porque se n√£o vendeu este b√°lsamo por trezentos dinheiros, e se n√£o deu aos pobres? Disse isto, n√£o porque tivesse cuidado dos pobres, mas porque era ladr√£o, e, tendo a bolsa, roubava o que se lan√ßava nela. Mas Jesus respondeu: Deixai-a, que ela reserve isto, para o dia da minha sepultura; porque sempre tendes os pobres convosco, mas a mim n√£o me tendes sempre. Soube, pois, uma grande multid√£o de Judeus que Jesus estava ali; e foram l√°, n√£o somente por causa de Jesus, mas tamb√©m para verem L√°zaro, a quem ele tinha ressuscitado dos mortos. Por√©m os pr√≠ncipes dos sacerdotes deliberaram matar tamb√©m L√°zaro, porque muitos, por causa dele, separavam-se dos Judeus, e criam em Jesus. E, no dia seguinte, uma grande multid√£o de povo, que tinha ido √† festa, ouvindo dizer que Jesus ia a Jerusal√©m, tomaram ramos de palmas, e sa√≠ram ao seu encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor, o rei de Israel. E Jesus encontrou um jumentinho, e montou em cima dele, segundo est√° escrito: N√£o temas, filha de Si√£o; eis que o teu Rei vem montado sobre um jumentinho. A princ√≠pio os seus disc√≠pulos n√£o compreenderam estas coisas, mas, quando Jesus foi glorificado, ent√£o lembraram-se de que estas coisas tinham sido escritas dele, e que eles mesmos tinham contribu√≠do para o seu cumprimento.


Te louvamos, Senhor!


Entrada de Jesus em Jerusal√©m. √ćcone copta.

Homilia

S√£o Jo√£o, bispo de Saint-Denis, 1963.


Passo a passo para a vida de Cristo


No limiar da Semana Santa, seguiremos liturgicamente a vida de Cristo passo a passo.


Fiquei impressionado com uma frase durante as laudes, express√£o de um dos versos eclesi√°sticos intercalados no hino dos tr√™s jovens: "O lago sem √°gua da ignor√Ęncia". E, ouvindo as can√ß√Ķes que se seguem no culto, descobri que, se prestarmos aten√ß√£o, descobriremos ensinamentos maravilhosos, mesmo √† parte da ess√™ncia da morte e ressurrei√ß√£o de nosso Deus Salvador. Assim, amanh√£, por exemplo, durante a Missa dos pr√©-santificados, J√≥ gritar√° em sua dor que Cristo √© o olho: "meu olho chorando diante do Todo-Poderoso" (J√≥ 42, 5-6). Esta frase j√° poderia servir para a medita√ß√£o de um ano inteiro; um ser desesperado, angustiado, √©: ‚Äúmeu olho chorando diante do Todo-Poderoso‚ÄĚ. E temos tantas outras palavras, tantos outros ensinamentos! Esta noite, surgir√° o s√≠mbolo da figueira amaldi√ßoada. Gostaria tanto de citar muitas passagens da Sagrada Escritura ou poesia eclesi√°stica... Por isso, meus amigos, antes de falar do significado desta estranha solenidade que √© o Domingo de Ramos, gostaria de despertar em voc√™s o desejo de participar plenamente, tanto e mais quanto puder, nos of√≠cios da Grande Semana.


Domingo de Ramos! Os povos, pela boca das crian√ßas, proclamam Cristo o √ļnico e leg√≠timo Rei. Essa realeza confunde os governos, os pr√≠ncipes, os fariseus, os l√≠deres, os pol√≠ticos: se Cristo √© realmente Rei leg√≠timo, os romanos vir√£o e invadir√£o Jerusal√©m. Ele √© nomeado Rei leg√≠timo pela multid√£o de Jerusal√©m, mas o ap√≥stolo Jo√£o √© l√ļcido e explica que Ele √© recebido como Rei n√£o porque seja humilde e manso de cora√ß√£o e pac√≠fico, mas porque ressuscitou L√°zaro, mostrando seu poder de Criador e de Deus.


Esta atitude utilitarista da multidão pode parecer-nos desanimadora, e imediatamente nos ensina uma lição: 80%, senão 90% dos crentes vêm a Deus, à Igreja, à oração, por utilitarismo: para salvar suas almas, obter uma bênção, uma graça ou qualquer alívio. Não os critique. Se nosso Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores foi e é proclamado nosso Rei pacífico, é em virtude desse sentimento de interesse próprio no homem. Crentes do século 20, não sejam pretensiosos, não exija de seus irmãos uma religião desinteressada. Esse tipo de conduta é bom para salas de estar; a maioria dos homens é de natureza egoísta, espiritual ou materialmente. Não conte nem com a sua estabilidade, nem com a do próximo, porque hoje você gritará: “Hosana no mais alto dos céus!" e amanhã talvez: "Crucifica-o!" O mesmo homem, em sua vida, pode mudar, não apenas para o mal, mas para o bem; o que é maravilhoso é que alguém que caiu muito baixo pode se levantar novamente e proclamar: "Hosana nas alturas, bendito seja o Filho de Davi!".


A li√ß√£o triunfal de Jerusal√©m mostra-nos a instabilidade das multid√Ķes humanas e a estabilidade do pensamento divino: vim para combater a morte. Considere as palavras instrutivas de Jo√£o: ‚ÄúAgora √© o julgamento deste mundo; agora ser√° expulso o pr√≠ncipe deste mundo‚ÄĚ (Jo 12,31). O inimigo chegou, ele ser√° expulso. Voc√™ sabe a diferen√ßa entre antes e depois de Cristo? Antes dele, o pr√≠ncipe deste mundo estava legitimamente entre n√≥s, mas Cristo Rei se levanta, destrona o impostor e, se o diabo ainda pode nos tentar ao extremo, fica do lado de fora, o centro √© habitado por Cristo: "Visitante de nossos cora√ß√Ķes", como diz a antiga ora√ß√£o galicana.


Lembre-se sempre nas piores prova√ß√Ķes, das possess√Ķes diab√≥licas violentas, lembre-se sempre que sendo enxertado em Cristo, seu cora√ß√£o est√° cheio dEle, e que Ele n√£o o abandona, mesmo que voc√™ n√£o o sinta; Ele est√° a√≠, em voc√™, Ele habita em voc√™, Ele entrou no t√ļmulo do seu cora√ß√£o como na manjedoura do seu cora√ß√£o, Ele se instalou, Ele despojou Satan√°s, e se o diabo √© solto, √© para fora, Satan√°s foi lan√ßado fora.


Estranho Domingo de Ramos! Nosso Salvador √© proclamado Rei, Ele veio a Jerusal√©m para travar a batalha contra a morte, e eis que este Rei que em breve ir√° travar esta batalha est√° sozinho para lutar. A multid√£o o deixar√°, os ap√≥stolos o deixar√£o, os anjos n√£o vir√£o a ele. Sozinho, Ele salvar√° a todos e a tudo. Por qu√™ ? Por que Cristo quis ser o √ļnico Salvador? Por que Ele n√£o chamou em Seu aux√≠lio o incorp√≥reo e os querubins? Por que Ele n√£o chamou os seres humanos superiores, Ad√£o, Mois√©s, Elias? Por que Ele est√° sozinho contra o inimigo? Porque ‚Äď e por isso Ele estava ‚Äúperturbado‚ÄĚ ‚Äď Ele n√£o estava apenas oferecendo sua morte, mas o que Ele estava realizando: abnega√ß√£o absoluta, era terr√≠vel. Ele bebeu toda a ignom√≠nia do mundo. Ele, a Vida, provou a morte, Ele, o Santo foi manchado por todos os nossos pecados, Ele, o Cordeiro, tomou sobre si todas as reprova√ß√Ķes e n√£o quis que ningu√©m, nenhuma criatura participasse dessa abnega√ß√£o absoluta. Nossos mart√≠rios s√£o mart√≠rios de do√ßura, porque quando morremos por Cristo, quando sofremos torturas por Cristo, males, cal√ļnias exteriores e interiores, temos Cristo. Aceitamos o sofrimento, mas n√£o o pecado. Aceitamos o sofrimento, mas n√£o o c√°lice do Gets√™mani. E todos os sofrimentos do mundo, ao lado dos sofrimentos de Deus-Homem, tornam-se leves, porque n√£o somos nem deuses nem santos, n√£o podemos nem nos horrorizar com o pecado como Ele... porque estamos acostumados ao pecado.


Ele queria seguir em frente sozinho para salvar a todos.


Le√£o, Papa de Roma, repete este paradoxo: ‚ÄúAtacou a morte, n√£o como Deus, mas como homem‚ÄĚ. Quando ouvimos Jo√£o nos dizer no Evangelho de hoje que Cristo est√° perturbado, √© porque Ele cortou sua humanidade do poder de sua divindade. Da√≠ o seu clamor na Sexta-feira Santa: ‚ÄúEli, Eli‚Ķ‚ÄĚ (Mt 27,46 e Sl 22,2). Livremente, Ele quis ser abandonado por sua pr√≥pria Divindade para que o inimigo n√£o acusasse aqueles que agem e agir√£o por seu poder. Livremente, Ele quis travar a maior batalha nesta fraqueza humana, dizendo-nos: "eu venci, mas em mim voc√™ venceu, porque eu sou seu Filho, o Filho do Homem!"


Paro, porque meus olhos já estão no Sábado Santo, já posso ver essa alegria brotando do inferno sufocada em sua avareza, queimada na inocência da Vítima, quando o diabo reconheceu em Cristo o Filho de Deus.


Amém!


Pas à pas, la vie du Christ. Homélie de Mgr. Jean, évêque de Saint-Denis (1963).



ūüôĆūüŹľ Litania pela Igreja

Digamos, com todo o nosso coração e de todo nosso espírito: Senhor, escuta-nos e tem piedade de nós: Kyrie eléison!


Pela paz que vem do alto, a tranquilidade dos tempos, pela santa Igreja que se estende até os confins da Terra, e pela união de todos, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Pelo nosso bispo Primaz, Gregório, por nosso bispo Jonas, por todos os bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos, e por todos os nossos irmãos e irmãs em Cristo.

- Kyrie eléison!


Por este santo templo, por esta cidade e seus habitantes, pelo nosso amado país Brasil protegido por Deus, seu governo e força de segurança, para que Deus lhes conceda sabedoria, e que assim vivamos em paz, na justiça e liberdade, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Pelos magistrados, monges, virgens, vi√ļvas e √≥rf√£os, por todas as fam√≠lias, pelos que sofrem sobrecarregados por trabalhos pesados, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Por tempos pac√≠ficos, pela fecundidade dos campos, abund√Ęncia dos frutos da terra e pela salubridade do ar, do solo, da √°gua e do espa√ßo, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Pelos penitentes, catec√ļmenos, pelos que buscam a Deus sem poder, contudo, nome√°-lo, pelos que ainda n√£o o buscam e resistem √† sua gra√ßa, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Pelos confessores do bendito Nome de Cristo, pelos perseguidos, pelos torturados e pelos que torturam; por nossos benfeitores, por nossos irm√£os e irm√£s ausentes, pelos viajantes em perigo e pelo feliz regresso de todos, pelos que sofrem enfermidades, (em particular por NN. ...) e pelos que est√£o atormentados pela tristeza, ang√ļstia e esp√≠ritos impuros, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Por nossos pais e irmãos falecidos que repousam piedosamente aqui e em toda parte do mundo, (em particular, por NN. ...) e por todos os nossos irmãos e irmãs falecidos, para que recebam o perdão de seus pecados e a vida eterna no reino dos céus, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Pos aqueles que perderam suas vidas, v√≠timas da guerra, por aqueles que est√£o feridos na carne e no esp√≠rito pelos conflitos entre na√ß√Ķes, para que Deus os conforte, cure suas feridas e nos restabele√ßa a paz, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Pelos l√≠deres e governantes das na√ß√Ķes, para que o Esp√≠rito possa abrir seus olhos e cora√ß√Ķes e os inspire a tomar decis√Ķes justas e prop√≠cias √† paz, oremos ao Senhor.

- Kyrie eléison!


Para que nos cumule de sua graça por intercessão da Santa Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, de São João Batista, o Precursor, de São Miguel Arcanjo e de todos os anjos, dos apóstolos, mártires e confessores, de São Nicolau de Mira, padroeiro de nossa Fraternidade, de São João, bispo de Saint-Denis, patrono de nossa Igreja, e de todos os santos, supliquemos ao Senhor!

- Concede, ó Senhor!


Para que nos conceda o perdão e a remissão de nossos pecados e culpas e uma morte cristã e pacífica, supliquemos ao Senhor!

- Concede, ó Senhor!


Para que nos guarde na santidade e na pureza da fé católica ortodoxa, supliquemos ao Senhor!

- Concede, ó Senhor!


Digamos todos, com todo o nosso coração e de todo nosso espírito:

Kyrie eleison, Kyrie eleison, Kyrie eleison!


Pai Nosso...



ūüôŹ Ora√ß√£o conclusiva

(Cf. Oração da Coleta da Divina Liturgia Galicana)


Aumenta a f√©, Senhor, daqueles que esperam em Ti, e digna-te a ouvir as ora√ß√Ķes daqueles que te invocam. Que sua miseric√≥rdia des√ßa abundantemente sobre n√≥s. Aben√ßoe a sua Igreja e fa√ßa com que n√≥s, que carregamos essas palmas e esses ramos de oliveira, v√° diante de Cristo e entre na alegria eterna de sua ressurrei√ß√£o, Ele que √© Deus, vive e reina convosco e o Esp√≠rito Santo, pelos s√©culos dos s√©culos. Am√©m.



ūüėá Santos do dia


Santa Maria, a Egípcia. Penitente no Egito (+421)

No deserto perto de Jerusal√©m estava o t√ļmulo de uma eremita, uma solit√°ria. Em torno deste fato hist√≥rico formou-se uma das hagiografias mais populares dos primeiros s√©culos. Maria teria sido uma cortes√£ de Alexandria. Um grupo de peregrinos da L√≠bia estava indo para a Terra Santa. Ela os acompanhava por motivos profissionais. Chegada em frente ao Santo Sepulcro de Cristo, n√£o p√īde entrar. Incomodada, ela se prostra diante de um √≠cone da M√£e de Deus e implora que ela seja admitida na igreja para venerar ali a cruz. A M√£e de Deus obt√©m tanto a entrada de Maria no Santo Sepulcro como a sua convers√£o. Maria ent√£o vai para o deserto onde viver√°, penitente, quarenta e sete anos, dizem, com apenas alguns p√£es de vez em quando. Morreu por volta de 421.

Fonte: Nominis.

Aqui nesta p√°gina, h√° um relato de sua vida: A vida de nossa M√£e, Maria do Egito.



Santa Teodósia, mártir em Cesaréia da Palestina (+ 308)

Originalmente de Tiro, ela ajudou os prisioneiros que haviam confessado o Nome de Cristo e esperavam acorrentados para comparecer ao tribunal. Ela foi presa por sua vez, torturada e depois jogada ao mar. Todos aqueles que ela apoiou foram condenados √†s implac√°veis ‚Äč‚Äčminas de cobre de Feno, um longo e doloroso mart√≠rio.


S√£o Nizier, bispo de Lyon (+573)

Nizier (Nicetius) nasceu na Borgonha (ou Genebra) em 513, em uma fam√≠lia senatorial. Seu pai renunciou ao bispado de Genebra. Na juventude, foi curado de um tumor facial por intercess√£o de S√£o Martinho de Tours. Era sobrinho de S√£o Sacerdos, bispo de Lyon... Ordenado sacerdote por volta de 543 por S√£o Agr√≠cola, bispo de Chalon-sur-Sa√īne, tornou-se bispo de Lyon em 16 de fevereiro de 552 e assim sucedeu seu tio que havia solicitado sua nomea√ß√£o pelo rei. Ele preside um conc√≠lio em Lyon em 567 das prov√≠ncias de Lyon e Vienna. Nesta ocasi√£o teria recebido o t√≠tulo de Patriarca. Ele luta para colocar os cl√©rigos sob uma √ļnica jurisdi√ß√£o eclesi√°stica... Ele √© o 'amigo da conc√≥rdia e da paz' ‚Äč‚Äče venerado por sua generosidade para com os pobres de seu tempo.

Fonte: Nominis.



Alguns registros de nossa Divina Liturgia Eucarística deste Domingo dos Ramos.

Neste dia também, a irmã Keinara foi recebida em nossa comunidade, professando a fé ortodoxa através do rito da Confirmação (Santo Crisma).



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